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sexta-feira, 13 de abril de 2012

A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR



Segundo uma pesquisa requerida pela Fundação Vitor Civita e realizada pela Fundação Carlos Chagas, apenas 2% dos alunos do segundo grau, atualmente, pensam em ser professor um dia.

E qual o perfil desses 2%? Minoria suprema, que ainda tem coragem de querer ser profissional da educação no Brasil? Segundo a mesma pesquisa os 2% tem o mesmo perfil dos atuais universitários que cursam Pedagogia ou outra licenciatura voltada para sala de aula, a saber: 80% cursaram nível médio em escola pública; 30% deles estão entre os que foram aprovados com as piores notas.

Para piorar, nem os alunos querem ser professores, nem a família quer que sejam professores. DESSA FORMA QUAL SERÁ O FUTURO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL? QUE FUTURO TERÁ O BRASIL? Segundo os especialistas, urgentes medidas devem ser tomadas. Entre elas apontam: melhor remuneração, para atrair os melhores; bons planos de carreira; investir na formação dos profissionais; resgatar a importância do professor para sociedade; tratar o professor como profissional; entre outros.

“É indispensável que os futuros professores recebam em seus cursos um correto entendimento em relação à sua profissão. É preciso que eles aprendam que a educação é uma prática social que exige que eles tenham competência técnica, profissional, social e política e que tenham uma sólida base de educação geral”, comenta Terezinha Saraiva, uma das mais respeitadas educadoras do país

Os professores lidam diariamente com a vida intelectual de seus alunos. Nessa construção diária de conhecimento, porém, fazem mais do que transmitir fórmulas e conceitos: contribuem para a formação dos cidadãos do futuro. “Essa é a tarefa que mobiliza os professores. É a tarefa que vale a pena e torna a docência profissão valiosa e valorizada”, comenta Gabriel Perissé no livro O valor do professor.

As principais pesquisas em Educação do mundo mostram que um bom professor é capaz fazer qualquer aluno aprender e ainda é capaz de potencializar seus estudantes. O professor é o principal responsável pelo sucesso da aprendizagem e sua atuação em sala é determinante para o desempenho dos alunos. "A qualidade de um sistema educacional não será maior que a qualidade de seus professores", consta no levantamento.

"Não existe educação de qualidade sem o bom professor. O professor é o profissional mais estratégico para uma boa aprendizagem, é a peça chave e por isso precisa estar apto para transmitir o conteúdo de forma adequada", diz a secretária de Educação Básica do ME, Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva.

Aptidão para ensinar a matéria não depende apenas do domínio do conteúdo. O saber é importante, mas há inúmeros pontos que fazem do professor, um profissional de qualidade.

“Professor, uma profissão. Educador, a mais nobre de todas as missões.” Antônio Gomes Lacerda.


Por: Vanessa Vaz

quarta-feira, 28 de março de 2012

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA INGLESA NO MERCADO DE TRABALHO


Essa é uma pergunta que muita gente se faz. Mas, na realidade, ela deveria já ter perdido completamente seu direito de existir. Por quê? Muito simples. A importância do inglês no mercado de trabalho é total. Sem saber falar inglês fluentemente é completamente impossível conseguir uma colocação numa grande empresa. Espanhol e quaisquer outras línguas servirão como diferenciais para a contratação. Mas o inglês é primordial.

O inglês é a língua chave para o mundo dos negócios. Chineses e Latino-Americanos devem falar espanhol ou mandarim? Claro que não. Mesmo essas sendo suas línguas maternas, eles necessitam do inglês para poder chegar “onde o dinheiro está”. E essa é a principal confirmação para minhas argumentações.

Hoje em dia, quanto mais idiomas falados fluentemente, mais importante e mais longe evoluirá em uma vida profissional. Assim, torna-se muito simples entender a importância do domínio do inglês diante das exigências cada vez maiores de qualificação na disputa de vagas de emprego.

Mesmo em empresas onde raramente usa-se o inglês em suas atividades corriqueiras, o domínio do idioma garante o devido destaque na hora de uma promoção ou de uma colocação num posto melhor ou numa vaga para uma cidade desejada.

No mercado de trabalho, o inglês é tão básico como saber ler e escrever ou saber operar um computador com os softwares básicos para escritório. Assim, como em todos os outros pré-requisitos, o domínio do inglês deve ser buscado desde cedo. De preferência começar na infância. Desta forma, ao chegar à idade de encarar a busca pelo primeiro emprego, o jovem já terá o domínio completo e será capaz de “sentir” o inglês como se fosse sua língua materna. Contudo, isso não é fácil. Basta analisar-se a quantidade de pessoas que fazem cursos de inglês para depois sofrerem uma espécie de “bloqueio” e simplesmente não consigam falar uma única palavra; apesar de entenderem e conseguirem escrever no idioma.

Sendo assim, um bom curso de inglês deve ter sempre em mente que seus alunos fazem o curso tendo em vista aprimorarem-se profissionalmente ou buscar sua primeira vaga. Portanto, devem saber que entrar no mercado de trabalho exigirá a fluência no idioma e que as aulas voltadas para a conversação devem ser não só estimuladas como muito exigidas e freqüentes. Muito mais do que a gramática e o ensino do “lado acadêmico da língua”, a conversação é o principal alvo a ser alcançado. Pois só ela dará ao aluno a verdadeira fluência verbal e auditiva tão necessária e tão desesperadamente buscada pelas empresas.

Além disso, é importante fazer-se entender ao aluno que o aprendizado do inglês deve ser sempre em modo de imersão total. Ou seja, deve ouvir músicas, ver filmes e assistir canais de TV (se possível) sempre em inglês e sem legendas. Dessa forma, aumenta a percepção das nuances da língua e fica muito mais fácil captar e aprender corretamente a forma como ingleses ou americanos falam.

Assim aprender inglês tendo como alvo o mercado de trabalho é sempre uma opção acertada e que só percebemos sua importância quando perdemos uma vaga ou uma promoção por não termos conhecimento sobre esse idioma tão interessante.

VANESSA VAZ, 23